quarta-feira, 20 de abril de 2011

Lista de Paixões


Local de Nascimento: Lisboa
Signo: Sagitário (um bom signo!)
Residência: Lisboa...sempre



Lista de Paixões: A minha lista de paixões está tão preenchida que era capaz de ocupar muitas páginas, por isso ficamos assim ;-))


Actriz favorita... Michelle Pfeiffer, não é original, mas é a verdade...
Prato Favorito... Cozido à Portuguesa... sou um patriota!
Cidade Favorita... Paris
País Favorito... Portugal, por causa das belas prainhas!!
Música, os meus Favoritos... Beatles (são os rapazes da minha geração)

Rádio, um pouca da minha história pessoal... Comecei a minha carreira em 1980 na Rádio Comercial, onde fiz programas como a «24ª Hora» e «Círculo Em FM». A convite do Jaime Fernandes, em 1984 vim para a Rádio Renascença para fazer um programa chamado «Rocklore»... daí até ao «Oceano Pacífico» demoraram apenas dois meses. O programa começou em Janeiro de 1985 e ainda navego por lá... Até quando? Não sei ;-)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entrevista a João Chaves - os 25 anos de Oceano Pacífico

As ondas hertzianas do 'Oceano Pacífico' partem hoje num cruzeiro pelo Mediterrâneo, que assinala os 25 anos do programa

Caso único em Portugal, talvez até na Europa, há 25 anos que o marulhar das águas do Oceano Pacífico chega às ondas hertzianas de domingo a sexta-feira, sempre às 22.00. E com excepção dos três primeiros meses de emissão, em que o apresentador foi Marcos André, a voz envolvente e profunda que se ouve é a de João Chaves. Apesar das mais de 7500 edições, João Chaves confessa: "Fico sempre nervoso cada vez que entro na cabine".

Ainda se lembra, como se fosse hoje, como tudo começou. "Aliás, lembro-me tão bem, tão bem, que só assim é possível fazer um programa durante tantos anos", afirma. "A minha grande paixão é fazer rádio e dedico-me todos os dias ao programa como se fosse a primeira vez", acrescenta.

Aliás, foi por isso mesmo que em Dezembro de 1984 aceitou o desafio que então lhe lançou Jaime Fernandes, director de programas da Rádio Renascença. "Queres agarrar aquele horário [22.00 - 00.00]", perguntou-lhe. A primeira reacção foi ficar "de pé atrás". "Na altura, a televisão detinha o monopólio da escuta e a rádio era pouco ouvida à noite e disse ao Jaime Fernandes que não havia qualquer hipótese de fazer um programa de sucesso àquela hora", recordou ao DN.

"Você é profissional ou não?", perguntou-lhe o então director de programas da Rádio Renascença. "Aquilo bateu-me cá dentro. Pedi dois dias para pensar num projecto que pudesse vingar no horário da noite", conta. E das várias coisas que pensou achou que o melhor era um programa de baladas, "que desse paz, tranquilidade, sossego e relaxamento às pessoas para descontraírem do stress no final de um dia de trabalho.
"A ideia foi aceite e no início de Janeiro de 1985 João Chaves passou a apresentar o Oceano Pacífico, no formato que ainda hoje tem. Do antigo ficou apenas o nome, dado por Jaime Fernandes, e o som das ondas do indicativo do programa.

Já assistiu a três mudanças radicais na rádio em Portugal. Começou com o vinil, passou pelos CD e, desde 2000 é tudo computorizado e as cabines são auto-operadas. Quer isto dizer que os locutores são responsáveis por todos os aspectos relacionados com o programa, incluindo a parte técnica. "O que faz com que o aperfeiçoamento também seja maior. E, sinceramente, dá-me muito mais gozo fazer rádio agora", afirma.

Ouve os seus programas depois de emitidos e antes de ir para o ar faz sempre um teste porque "o que mais me preocupa é o produto final chegar a casa das pessoas impecável, sem erros, sem defeitos", explica. "Ser locutor de rádio não é uma profissão normal. Aqui há muito mais responsabilidade e talvez por isso continue a dar-me gozo fazer um programa durante tantos anos", justifica.

"Dediquei-me com tal intensidade ao programa que é difícil passar sem ele. Por exemplo, durante as férias, chego a meio e já estou cheio de saudades", revela. Talvez por isso mesmo seja tão acarinhado pelos ouvintes. Recebe diariamente entre 200 a 300 e-mails, e faz questão de responder a todos. Antigamente, o contacto era por e João Chaves lembra que, "às vezes saía daqui às quatro e cinco da manhã só para atender os telefonemas dos ouvintes. Era uma loucura", recorda.

Não sendo um programa de actualidade noticiosa, poderia pensar-se que, muitas vezes, é gravado. Puro engano. "É sempre em directo. Gravado não gosto. O que sinto à noite na cabine não é a mesma coisa que sinto às três da tarde. São horários distintos: a maneira de pensar, o estado de espírito...". É claro que ao longo destes 25 anos já teve de gravar um ou outro programa. "Mas nunca fico satisfeito. À noite é mais calmo e as coisas saem naturalmente, com mais profundidade".

Em sinal de reconhecimento, a administração e a direcção de programas da Rádio Renascença decidiram organizar um cruzeiro, que partiu ontem de Barcelona, para comemorar as bodas de prata do programa de rádio mais antigo do País. "Era uma ideia que tinha há muitos anos", explica João Chaves ao DN, três dias antes de ver o seu antigo desejo tornado realidade.

Marina Marques, DN, 18/10/2009

domingo, 10 de abril de 2011

Emissão Online

RFM lança Oceano Pacífico e RFM Clubbing online

A RFM, propriedade do Grupo Renascença, vai lançar na próxima sexta-feira dia 28 de Novembro duas web rádios – a Oceano Pacífico e a RFM Clubbing. As novas apostas da RFM “vêm no seguimento da ideia de segmentação dos públicos” explica ao M&P António Mendes, director de programas da RFM.As duas novas apostas da RFM, a RFM Clubbing que será uma web rádio de música de dança e a Oceano Pacífico baseada no programa de João Chaves vão estar disponíveis online 24h por dia 7 dias por semana. As rádios vão ser pré-produzidas e poderão vir a ser comercializadas avança António Mendes, embora sem explicar pormenores. “É diferente ter um programa de quatro horas e uma rádio a funcionar 24 sob 24 horas, mas a fórmula é a mesma”, salientou António Mendes. João Chaves vai emprestar a sua voz para a web rádio, mas vai manter o programa em directo na RFM.

O responsável pela rádio acrescenta que foi elaborado um estudo para perceber as preferências dos ouvintes e quais as possibilidades de crescimento e daí surgiu a aposta nestas duas web rádios pois “são consistentes com a marca RFM” afirmou António Mendes. A rádio que é considerada um meio difícil de ser interactivo acaba por ganhar com “o casamento com a internet” explica Gonçalo Faria de Carvalho, administrador do Grupo RR. João Chaves acrescenta ainda que “esta aposta acaba por ter uma componente de internacionalização que sem muito esforço consegue chegar às comunidades portuguesas em todo o mundo”.

Os acessos ao site têm crescido nos últimos meses. Em Setembro, refere António Mendes, houve 1 milhão de acessos e em Outubro 1,2 milhões. Em termos de utilizadores únicos na web, por exemplo, a rádio Amos 80 (já disponível online) teve inicialmente 113 mil utilizadores e no mês seguinte, sem qualquer tipo de promoção, mantevê-se nos 100 mil utilizadores únicos. A expectativa do director de programas da RFM é “ultrapassar esses números com as novas rádios”.

O investimento nas web rádios não foi revelado, embora tenha sido suportado pelo Grupo RR. Gonçalo Faria de Carvalho reforça que “os custos iniciais tanto a nível de hardware como de licenciamento foram suportados pela rádio”, contudo é da opinião que “os custos de exploração são relativamente baixos”. Quanto ao futuro, o admnitrador do Grupo RR não quis adiantar muitos pormenores mas levantou o véu sobre um possível projecto no primeiro trimestre do próximo ano.


26 de Novembro de 2008 às 02:00:00
Jornal Meios & Publicidade
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, por Sofia Pires

sábado, 2 de abril de 2011

Texto de Laurinda Alves

Oceano Pacífico

"Há anos sem fim que oiço, naquele lugar, a mesma voz tranquila falar no mesmo tom, usando as mesmas pausas de sempre. O prodígio tem um nome e um efeito incrivelmente pacificador. O barulho das ondas com música em fundo contagia e transporta-nos imediatamente para outro tempo e outro espaço. A voz branda e grave de João Chaves atira-nos para um passado remoto, uma idade em que a vida se vivia de outra maneira e nada nem ninguém podia adivinhar o rumo que teria.

Lembro-me de ouvir aquela voz de culto quando tinha dezassete anos e, depois, de forma mais avulsa aos vinte e, uma vez por outra, aos trinta. Não sei há quantos anos existe o Oceano Pacífico mas, se me perguntassem, diria desde sempre. Não imagino como seja o João Chaves pois nunca consegui dar uma cara àquela voz nem uma imagem àquele som que, para mim, mudam conforme os estados de espírito . A voz e a música de João Chaves são uma espécie de banda sonora de longa metragem. Acompanham o filme inteiro de uma vida. Da nossa vida.

O som do genérico é tão aconchegante como o sótão de madeira de casa de uma avó onde ficam guardadas para sempre as fotografias de família, os fatos antigos e todos os tesouros da nossa infância. A voz que anuncia as músicas e pontua as noites soa infinitamente familiar e tudo parece tão perfeito àquela hora que nos esquecemos que estamos a voltar. Que o melhor vai ficando para trás.

Não sei bem se gosto de todas e cada uma das músicas que passam no Oceano Pacífico mas também não me parece importante saber. O programa vale, acima de tudo, pela conjugação daquela voz inconfundível e daquele som envolvente. Durante um par de horas o carro pode deslizar pela estrada sem nos darmos conta. Não há cansaço, não há nostalgia, não existe nada para além do momento."

in Revista Pública, 10 de Setembro 2000

sexta-feira, 25 de março de 2011

25 Anos do Oceano pacifico


Oceano Pacífico" faz 25 anos
15 | 10 | 2009 08.47H
Faz hoje 25 anos que estreava o Oceano Pacífico da RFM. Marcos André foi a voz que se ouviu naquele que é um dos mais antigos programas de rádio portuguesa. Depois veio o João Chaves, que ouvimos até hoje. Não sou desse tempo, mas sou de outros. O que não é de espantar já que a inconfundível calma do João e as músicas extraordinárias do Oceano atravessam gerações. Muitos estudaram noite dentro, muitos namoraram e depois casaram com a RFM by night. Porque continuamos anos e anos seguidores de tudo isto?

Talvez porque se atinge um estado de alma que nos agrada, descontrai e faz felizes. E explicar mais do que isto é impossível. Continue por muitos e bons anos. Amanhã comemoramos com mais intensidade a data.

Na Pousada de Sta Marinha, em Guimarães o João Chaves é o anfitrião de mais uma noite intimista. O Miguel Gameiro (Pólo Norte) junta-se à festa. Se puder aparecer, lá o esperamos para apagar as velas. E domingo, o Cruzeiro do Oceano parte pelos mares. Mais uma viagem, depois de tantas que fazemos sem sair do lugar.

(Crónica de Joana Cruz)
Crónica de Joana Cruz - Destak

domingo, 20 de março de 2011

Tecnologias são mais-valia para quem trabalha na rádio

Ele entra no Estúdio 1da RFM (no edifício da Renascença, em Lisboa) com o à-vontade de quem era capaz de fazer o que faz de olhos fechados. Senta-se à frente do microfone e dos computadores com a naturalidade nascida dos 20 anos de prática a fazer o Oceano Pacífico. Recolhe-se e deixa-se perder. Só ele e a sua música calma, de domingo a sexta-feira, das 22.00 às duas da manhã.

João Chaves tem o jeito, a técnica, o segredo. Cresce no ar a cada dia que passa e abraça as novas tecnologias como uma mais-valia para a sua profissão. "Gosto de fazer a minha caminhada andando para a frente, nunca para trás", explica ao DN "a voz" que, ano após ano, se foi transformando em sinónimo das noites na RFM.

Por isso mesmo, nunca se revoltou contra as mudanças que revolucionaram a rádio ao longo do tempo. Acarinhou-as, em vez disso. Mimou-as. Usou-as para aprender um pouco mais e para dar novo impulso à sua forma muito particular de mergulhar de cabeça no Oceano Pacífico.

"Antigamente, entrava no estúdio e limitava-me a cruzar discos. Nada, na maneira de fazer as coisas, me dava grande margem de manobra", recorda João Chaves, para quem o digital "veio revolucionar, sem margem para dúvidas, o sistema radiofónico" do País. O que mudou, entretanto?

"Tudo", garante o veterano, a resposta rápida de quem já passou por várias etapas e sabe ser esta a melhor. "Hoje é o locutor que dá a voz aos noticiários, que escolhe e corta os alinhamentos à sua maneira, que garante que o programa sai certinho. Temos muito mais responsabilidades em todo o processo, é certo, mas isso é óptimo! Gosto ainda mais de fazer rádio agora do que antes, se é que tal é possível."

E João Chaves sabe do que fala. não é à toa que a sua forma de passar música e de viver a rádio atravessou gerações de ouvintes. Conhece os meandros da técnica como as suas próprias mãos. Maneja-a com mais e mais destreza à medida que os anos passam. As três revoluções tecnológicas por que passou contribuíram largamente para que isso acontecesse. "Três grandes revoluções" - como gosta de lembrar - que mudaram a história e ditaram as novas regras do jogo.

"Assisti à passagem do vinil para o CD e essa época, para mim, ficou marcada pelos comentários de que a rádio ia acabar ali mesmo, que não havia hipótese de fuga, que era o fim." Acontecia o primeiro momento de viragem decisivo. "Depois, o CD deu lugar aos computadores e novamente ficou a pairar no ar a ideia do 'Agora é que é! Aqui termina tudo' ", prossegue João Chaves, referindo-se à segunda etapa e à nova viragem que daí resultou. "E eis que o computador acabou, finalmente, por dar lugar às cabinas auto-operadas e o locutor passou a ter uma importância nunca vista, sobrepondo-se aos técnicos de som." Até hoje.

Por maioria de razões, dizer que o trabalho se tornou ainda mais aliciante a partir daí é pouco, fica aquém da realidade. "É verdade que tenho muito mais que fazer agora, a carga está bem mais pesada no que diz respeito a tarefas e a responsabilidades. Mas o prazer também aumentou na mesma proporção", justifica o profissional, que nem por um momento pensa em disfarçar o entusiasmo que o move. "Gosto verdadeiramente do que faço. Adoro esta profissão!"

Não é de estranhar, portanto, que a resposta seja só uma - e chegue rápida - quando alguém lhe pergunta qual a fórmula que tem garantido o sucesso do Oceano Pacífico ao longo de mais de duas décadas "O gozo." O segredo de tudo está no prazer que tem no simples facto de estar em estúdio a brincar com o som, a seguir o estado de espírito do momento. A fazer o Oceano Pacífico "com a certeza de que os ouvintes estão a gostar tanto das minhas músicas quanto eu. É uma sensação única, não trocava isto por nada."

Nem precisa, sobretudo porque as coisas resultam bem há 21 anos. É tudo uma questão de jeito e de prática. "E de saber tirar partido das novas tecnologias, de modo a conseguir passar a melhor imagem sonora lá para casa." O computador permite-lhe corrigir um ou outro erro, ter a certeza de que os alinhamentos resultam no melhor timming e ser parte activa em todo o processo - que gere sem a interferências de terceiros, ao seu próprio ritmo. "As noites da RFM não mudaram muito, a forma de fazer as coisas sim. E ainda bem! Porque cresço em cada programa."

Ana Pago/ DN, 01/03/2005

quinta-feira, 10 de março de 2011

Entrevista a João Chaves

A coordenar um dos programas de rádio mais antigos do país o “Oceano Pacífico”, João Chaves aceitou o desafio de responder às perguntas do MaisMinho. Um dos locutores de rádio mais badalados do país conta os segredos dos bastidores que o têm levado ao sucesso.

MaisMinho - Como é para si apresentar um programa de rádio como o "Oceano Pacifico"?
João Chaves - Para mim é uma enorme satisfação apresentar um programa deste género, pois adoro a minha profissão e consegui fazer um programa com sucesso ao longo deste tempo todo, isso para mim é uma grande alegria e sinto-me bem tanto pessoalmente como profissionalmente.

MM - Qual o segredo para a longevidade deste programa que está no ar há 25 anos, praticamente todos os dias da semana com a voz do João Chaves?
JC - Não é segredo nenhum, tudo tem a ver com o horário que é transmitido e a música calma e relaxante, e depois o empenho e a vontade que deixamos no programa, isso é que faz com que o sucesso do “Oceano Pacífico” persista.

MM – O que o “Oceano Pacífico” e o João Chaves tentam oferecer ao longo de quatro horas aos ouvintes da RFM?
JC - Tento oferecer 4 horas de rádio com uma selecção rigorosa de música calma que se pode adaptar a todas as situações, no fundo tento ser a companhia da noite para muitos ouvintes, é isso que lhe tento oferecer durante o tempo de programa.

MM – Acha que as rádios nacionais passam música suficiente para a sua divulgação?
JC - Acho que sim, pois com a lei de percentagens de música portuguesa, acho que se coloca no ar a suficiente, basta cumpri-la, assim poderemos divulgar mais e melhor aquilo que a música nacional tem de melhor.

MM – Que conceito tem acerca da música portuguesa?
JC - Acho que a música portuguesa é importante pois fala a nossa língua, mas as estações de rádio têm os seus ouvintes alvo e tocam a música que mais se ajusta á programação.

MM – Como vê a evolução da música ao longo destes 25 anos no seu percurso de rádio?
JC - Acho que evoluiu muito, a música moderna está a sofrer uma grande mudança, estamos a entrar numa nova fase, que vai demorar tempo a habituarmo-nos, mas lembro-me que quando era miúdo e apareceram os Beatles e outros, quase que não nos deixavam ouvir pois a geração da altura estava habituada a outro tipo de música e hoje o que se houve mais nas rádios é precisamente músicas dos anos 80 e 90.

“As estações de rádio têm os seus ouvintes alvo e tocam a música que mais se ajusta á programação”

MM – É fácil fazer rádio? Ninguém nos vê mas temos de entrar na mentem, no coração das pessoas como faz isso?
JC - Eu acho fácil, pois faço rádio para mim, eu sou o ouvinte mais exigente, mas depois tenho a sorte de os outros ouvintes terem o mesmo gosto que eu.

MM – Como surgiu o nome do programa de rádio “Oceano Pacífico”?
JC - Foi Jaime Fernandes, o director de programas da altura que deu esse nome ao programa do horário da noite, daí eu, quando o comecei a fazer achar que um programa só de baladas era o adequado, pois à noite todos precisavam de música que transmitisse uma certa paz e sossego, e já lá vão 25 anos.

MM - Num programa como "Oceano Pacifico" e sabendo que o João Chaves ama aquilo que faz alguma vez em algum momento pensou em desistir?
JC - Nunca tal me passou pela cabeça, eu gosto de fazer rádio independentemente do programa, e gosto do Oceano Pacifico, já lhe dediquei muito da minha vida para mudar.

MM – Qual foi a maior prenda que recebeu do seu “Oceano Pacífico” ao longo destes 25 anos?
JC - Os meus ouvintes, são muito fieis, tenho muitos que me acompanham desde o inicio, outros que apareceram depois, são sem duvida a melhor prenda, e por isso aqui estou todos os dias para lhes agradecer.

Vítor Aleixo, 11/05/2010
http://www.maisminho.pt/2010/05/entrevista-joao-chaves-locutor-da-rfm.html